Quando levar a criança ao ortopedista? Entenda os sinais
Crescer envolve mudanças no corpo, e nem todo "jeitão" de andar ou dor é problema. Mas alguns sinais merecem avaliação para tratar cedo, quando o resultado é melhor. Este guia reúne as queixas ortopédicas mais comuns na infância e o momento certo de procurar um especialista.
No bebê
Ainda nos primeiros meses, o pediatra investiga a displasia do quadril — quanto antes tratada, mais simples. O pé torto congênito também tem tratamento desde as primeiras semanas de vida.
Na criança e no pré-adolescente
Dores nas pernas ao fim do dia ou à noite, que passam com carinho e massagem, costumam ser as dores do crescimento — geralmente benignas, mas com sinais de alerta que os pais devem conhecer. Já a dor abaixo do joelho em quem pratica esporte no estirão pode ser a doença de Osgood-Schlatter. O pé plano (pé chato) é comum e nem sempre precisa de tratamento.
Postura e coluna
Na fase escolar, vale ficar atento à escoliose — o desvio da coluna, que quando pega cedo tem acompanhamento mais tranquilo.
Sinais que pedem avaliação
- Mancar, ou dor que faz a criança parar de brincar.
- Dor só de um lado, com inchaço, vermelhidão ou febre (procure logo).
- Assimetria nas pernas, nos pés ou nos ombros.
- Dor que acorda a criança à noite de forma repetida.
Na CBT Ortopedia, em Campo Belo, São Paulo, a criança é avaliada com o cuidado que a idade pede — e muitas vezes a conduta é observação e orientação, sem exames desnecessários.
Perguntas frequentes
Toda dor na perna da criança é dor de crescimento?
Não. A dor de crescimento é benigna e simétrica, ao fim do dia. Dor de um lado só, com inchaço, mancar ou febre, precisa de avaliação.
Pé chato na criança precisa de palmilha?
Na maioria das vezes, não. O pé plano flexível é comum e costuma se ajustar com o crescimento. A avaliação define os poucos casos que precisam de tratamento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta com um médico. Diante de qualquer sintoma persistente, procure avaliação profissional.