Dor no joelho que não passa? Entenda o que pode ser
O joelho aguenta várias vezes o peso do corpo a cada passo, agachamento ou escada — por isso é uma das articulações que mais dói. A boa notícia é que a maioria das causas tem tratamento. Este guia reúne as causas mais comuns de dor no joelho, como diferenciá-las e quando procurar um ortopedista.
As causas mais comuns de dor no joelho
Desgaste da cartilagem e artrose
Com o tempo, a cartilagem que reveste o joelho se desgasta. Quando isso evolui, surge a artrose no joelho, com dor ao caminhar e rigidez. Uma fase inicial desse desgaste é a condromalácia patelar, que dói ao subir e descer escadas.
Lesões de menisco e ligamentos
Uma torção pode lesar o menisco (o amortecedor do joelho) ou romper o ligamento cruzado anterior (LCA) — comum em quem pratica esportes com giro e mudança de direção.
Tendinite e bursite
O excesso de impacto inflama tendões e bolsas: a tendinite patelar (o "joelho de saltador") e a bursite no joelho causam dor localizada que piora com o esforço.
Joelho inchado
Quando o joelho incha, o corpo está avisando que algo inflamou lá dentro. Entenda as causas e o que fazer no guia sobre joelho inchado.
Quando procurar um ortopedista
- Dor que dura mais de 2 a 3 semanas ou piora.
- Inchaço que não cede ou que volta.
- Sensação de que o joelho trava, falseia ou sai do lugar.
- Dor após trauma ou torção, com dificuldade de apoiar o peso.
Na CBT Ortopedia, em Campo Belo, São Paulo, a avaliação do joelho é feita por especialistas na articulação, que definem o tratamento a partir da causa — nem toda dor no joelho é igual.
Perguntas frequentes
Dor no joelho ao subir escada é sinal de quê?
Costuma indicar condromalácia patelar ou sobrecarga na articulação do joelho com a rótula. Se for frequente, vale avaliar.
Toda dor no joelho precisa de cirurgia?
Não. A maioria melhora com fisioterapia, fortalecimento e ajustes de carga. A cirurgia fica reservada para lesões específicas que não respondem ao tratamento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta com um médico. Diante de qualquer sintoma persistente, procure avaliação profissional.